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Designer – Profissão em alta



Com ampla área de atuação e mercado de trabalho promissor aumenta a procura de estudantes pelo curso de design

No próximo dia 05 de novembro é comemorado o Dia do Designer, em homenagem ao profissional por trás das grandes novidades e invenções do dia-a-dia. A profissão de designer vem ganhando destaque nos últimos anos. Atraídos pelo mercado de trabalho altamente promissor e vivenciando um novo cenário da economia global, jovens brasileiros apostam em carreiras que demandam um perfil criativo e inovador, como é o caso do design.

De acordo com dados da FUVEST – Fundação Universitária para o Vestibular, que recebeu em 2009 mais de 138 mil inscritos, o curso de design está entre os dez mais procurados, com 27 candidatos por vaga. Estima-se que anualmente mais de quatro mil novos profissionais ingressem nesse segmento do mercado.

“O trabalho de um designer é bastante abrangente. Um projeto de desenvolvimento de produto, por exemplo, envolve diversas variáveis como pesquisa de materiais adequados, soluções funcionais, ergonômicas, viabilidade produtiva e sustentabilidade, entre outras. Ter paixão pelo que faz e gosto por novos desafios é fundamental para a carreira”, afirma Sidney Rufca, diretor executivo da Vanguard Design e professor do curso de design do Centro Universitário Belas Artes de SP. Para ele é preciso muito trabalho e disciplina na carreira, mesmo para os que já têm talento natural.

Com duração média de quatro anos, o curso traz matérias como desenho, história, artes, comunicação e metodologia, além de aulas mais específicas dependendo da habilitação escolhida pelo aluno.

A área de atuação do profissional é bastante ampla e possui um grande potencial de expansão. O mercado traz oportunidades na indústria, escritórios, agências e comércio, além da possibilidade de atuar como profissional autônomo, desenvolvendo projetos ou integrando equipes de trabalho em diversos segmentos como design gráfico, moda e de produto.

“A descoberta do design como diferencial competitivo e ferramenta estratégica na indústria fez com que houvesse um aumento significativo na demanda por profissionais da área. O curso de design está hoje em perfeita sintonia com um mundo dinâmico e globalizado do século 21”, explica o professor.

O design no Brasil passou a ser valorizado e reconhecido. “Muito se deve à conscientização dos empresários e a constante necessidade das empresas se destacarem no cenário mundial”, finaliza Sidney Rufca.

O resultado é a grande visibilidade do design nacional, que vem ganhando destaque no mundo com criações de escritórios brasileiros, como é o caso da Vanguard Design. O estúdio, que completa sete anos de atuação em 2009, desenvolveu mais de 500 projetos sendo 100 deles especificamente no segmento de design de produto.

Texto: Silvia ColaianniRM Comunicação
rm-comunicacao@uol.com.br




AVISO IMPORTANTE



De alguma forma fomos infectados por um malware, posto por um cracker em nosso blog. Estamos tentando resolver pois o Google bloqueou o acesso dele por todos os browsers menos no IE, apaguei todos os links e códigos suspeitos que encontrei e solicitei uma reavaliação ao Google, estou aguardando.
Desculpem o transtorno mas isso não depende apenas de mim, estou fazendo o possível para voltar com o blog seguro o mais rápido possível.

Se alguém souber como ajudar, ficaria muito agradecido!!! Qualquer coisa meu email é domenicoericjustoarrobagmailpontocom (substitua as palavras em vermelho pelo que elas representam)

Obrigado pela atenção e compreenção

Domenico Justo




Informação importante: o que é o Design on the Rocks



Bom, fui indicado como um dos 10 twitters de design a serem seguidos e muitos de vocês que estão lendo neste momento são fruto desta lista, que foi feita pelo blog da Revista Pix. Infelizmente nunca irei conseguir agradar a todos.

Pois bem, aqui no Design on the Rocks, respeito o direito autoral dos blogs e autores, claro que nem sempre foi assim, começamos de forma errada e aprendemos a forma certa de se trabalhar de forma honesta e com ética então, algumas medidas foram tomadas a partir de março/09:

  • Entrei em contato com algumas das minhas principais fontes e todos me disseram se poderia continuar com o trabalho e se sim, como achariam melhor fazer o crédito do mesmo.
  • Produzir textos originais nos posts utilizando informações técnicas e autorais de projetos apresentados nos posts originais. Mesmo assim o site fonte SEMPRE é citado no final do post. Traduzindo e adaptando material de diversas línguas.
  • Quando um texto é de divulgação de eventos, a autoria do texto e o site fonte sempre são indicados.
  • Somos a favor da disseminação da informação no mundo globalizado e entendemos que um post duplicado, é um post Ctrl + C / Ctrl + V, o que não é o que faço.
  • Todos que pediram para que não fossem sequer citados no blog foram respeitados e entraram em uma lista para não aparecerem.
  • Todas as imagens são hospedadas em servidor próprio, não gerando peso nos blogs e sites fontes.

Houve um comentário na lista onde entramos, acusando o blog de “apenas copiar” posts dos outros. A proposta do blog é ser uma vitrine de design, um banco de dados visual e de informação para inspirar, com tudo que há de melhor sobre o assunto no mundo inteiro, recebemos mais de 150 emails diários de blogs e sites de design, fora as indicações de matérias enviadas pelas assessorias de imprensa e parceiros. O que é escolhido para entrar no DotR não é nem 1% de todo o material recebido diariamente em 5 línguas diferentes (português, francês, inglês, espanhol e italiano).

Em alguns casos é feito uma pesquisa complementar para agregar mais conteúdo ao post original, e nem por isso tiramos a fonte pois acho que se algum designer se interessar por determinado post ou assunto, nada impede que ele acesse a fonte e vire um leitor assíduo deles, é um direito de todos e muitos são especializados em áreas específicas do design!

Fora isso temos conteúdo totalmente original, tal como o post sobre Letraset ou o mais recente post sobre a Molly Crabapple que esteve no Pixel Show e a tendência é ir criando cada vez mais posts originais.

Portanto, gostaria muito que se algum dos leitores do blog não concorda com nossa forma de trabalhar, ou tenham alguma sugestão, elogio, crítica, por favor, comente este post, dê um feedback, só assim vamos poder fazer do DotR um blog cada vez melhor, todos os posts e e-mails enviados a mim sempre são lidos e respondidos, se não for no blog é no e-mail do autor do comentário.

Mas se  metade dos mais de 1020 seguidores do feed, os mais de  1500 seguidores do twitter e os mais de 300 sites e blogs que servem de inspiração não concordarem com a forma que trabalhamos, então não terá porquê o Design on the Rocks existir.

Agradeço desde já os comentários.

Obrigado

Domenico Justo




Efeitos do “Tsunami” da DM9 sobre o Cannes Awards



Acho que todos aqui lembram do rolo causado pelo filme fantasma feito pela DM9, chamado “Tsunami”, para concorrer ao Cannes do ano passado, o que gerou muito problema, inclusive com a WWF, que era a suposta cliente. Com a bola de neve aumentando o Presidente da DM9 pediu desculpas publicamente.

A peça causadora do verdadeiro Tsunami na mídia internacional

Mas o efeito “Tsunami” continua e para este ano, o Festival de Cannes anunciou novas regras ontem: irá punir apenas os responsáveis pelas peças fantasmas e não mais as agências, que não poderão mais inscrever trabalhos no futuro. Lembrando que os prêmios One Show e D&AD também mudaram suas regras depois da polêmica. A reportagem na íntegra da Advertising Age sobre o assunto você lê AQUI!

Na minha opinião, é uma vergonha para o Brasil estar envolvido nesta controvérsia toda de pessoas que colocam a fama e os prêmios à frente de qualquer coisa, mas também é uma vergonha que estas premiações não prestigiam a criatividade em resolver um problema de cliente e sim peças fakes que só circulam no mundinho da propaganda!




Pense como um DESIGNER



headesigners

Achei este post na net sob autoria de Carlos Henrique Vilela do CHMK falando sobre algumas dicas importantes de Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, entitulada Pense como um Designer achei perfeito para nós designers obviamente, mas servem para muitas outras áreas… confiram as dicas:

1 – Aceite as limitações:

Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com os recursos e tempo que você tem?

2 – Pratique a restrição:

Qualquer pessoa pode complicar e adicionar algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.

3 – Tenha um pensamento de iniciante:

Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado. Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções. Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do processo. É assim que as descobertas são feitas.

4 – Deixe seu ego de lado logo na entrada:

O que importa não é você, mas eles (seu público, pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia. Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o problema verdadeiramente.

5 – Foque na experiência do design:

O que importa não é a coisa em si, mas a experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o aspecto emocional das suas soluções.

6 – Torne-se um grande contador de estórias:

Geralmente, não é só o design – ou a solução para o problema – que é importante, mas sim a estória ao seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central, e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.

7 – Pense em comunicação, não em decoração:

O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa, o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes. Design não é arte, apesar de haver arte no design.

8 – Tenha obsessão por ideias, não por ferramentas:

Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples possíveis.

9 – Clarifique a sua intenção:

Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona, supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões cuidadosas.

10 – Aprimore sua visão e curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:

Bons designers são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente essas aptidões.

11 – Aprenda todas as regras e saiba quando e porque quebrá-las:

Ao longo dos séculos, aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias – geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto, algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o porquê.

Autoria: Carlos Henrique Vilela do CHMK