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Caloi Dobrável: a bicicleta oficial do Dia Mundial Sem Carro. E de todos os outros.



A Caloi está presente na vida de muita gente, eu me lembro muito bem do slogan “Não esqueça a minha Caloi”, faz parte da infância de muita gente e todos nós que moramos ou já estivemos nas grandes capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, sabemos que é um transtorno o transito e toda a fumaça poluente dos carros, as pessoas moram muitas vezes no mesmo prédio, se conhecem, mas não se dão carona em prol de um bem maior, hoje é um luxo ter carro e ficar parado no trânsito. Abaixo a evolução da marca da Caloi e da campanha que citei:

Para quem não sabe, hoje é o Dia Mundial Sem Carro, e neste dia a Caloi está lançando um novo filme produzido pela Salve, sua agência digital. Além de apoiar a data, que vem ganhando força no noticiário ao longo dos anos, o filme tem a missão de apresentar a nova bicicleta dobrável da marca.

Por sua portabilidade, a bike dobrável é ideal para grandes centros urbanos.Fica mais fácil integrar a pedalada com outros tipos de transporte como metrô, ônibus e até taxis. O carro pode ficar na garagem e a bike entra no dia a dia. Por tudo isso, a Caloi dobrável ganha o apelido de “bicicleta oficial do Dia Mundial Sem Carro”. Abaixo algumas imagens da bike:

O filme, de pouco mais de um minuto, utiliza a técnica de stop-motion e enfatiza todas as vantagens da nova bicicleta na cidade. Acompanhamos o trajeto do personagem principal desde a sua casa até o trabalho, onde acabará encontrando a sua alma-gêmea: outra ciclista como ele.

O link do filme “Uma história de amor dobrável” pode ser visto aqui:

Este filme é a segunda produção que se inspira no tema da mobilidade urbana, do uso cada vez maior das bikes para circulação e seus efeitos na vida das grandes cidades brasileiras. O primeiro, chamado de “Plano B” também pode ser visto aqui:

Fonte: Agência Salve – Patrocínio Caloi




Hey, carinha que mexe com computador!



Bem eu sei que esse título não é legal, e por isso hoje falaremos aqui a respeito do PROJETO DE LEI Nº 1391/2011 que pretende (se Deus quiser) regulamentar a profissão de Designer no Brasil e também fazer com que não chamem os designers com os diversos nomes abaixo.

Mas para isso os designers tem que se unir, é difícil pra uma classe que é bem individualista, pode ver que tudo que é lançado nessa área geram muitas críticas, como o caso recente da nova identidade de uma marca de cosméticos ou os logotipos dos eventos esportivos que acontecerão no Brasil. Mas também sei que as críticas movem, transforma e evoluem esta categoria, as críticas fazem com que as pessoas se atualizem e procurem fazer melhor.

Semana passada, mais precisamente no dia 18 de maio de 2011, foi apresentado na Câmara dos Deputados de Brasília, o PROJETO DE LEI Nº 1391/2011 – que tenta regulamentar do exercício profissional de Designer, e dar suporte para a mesma.

Entenda o que está sendo proposto.

Quem será designer?

Art. 3º É assegurado o exercício da profissão de designer, observadas as condições de capacidade e exigências estabelecidas neste artigo:
I – aos que possuem diploma de graduação plena e graduação tecnológica, emitidos por cursos de design devidamente registrados e reconhecidos pelo Ministério da Educação e Cultura referentes, inclusive, às denominações congêneres (Comunicação Visual, Desenho industrial, Programação Visual, Projeto de Produto, Design Gráfico, Design Industrial, Design de Moda e Design de Produto) existentes no País;
II – aos que comprovarem o exercício da profissão por período superior a 5 (cinco) anos até a data da publicação desta Lei;
III – aos que possuam devidamente revalidado e registrado no País diploma de instituições estrangeiras de ensino superior de Design ou os que tenham esse exercício amparado por convênios internacionais de intercâmbio.

Autodidatas também serão designers, mas e ae, como avaliar o conhecimento desses profissionais? Hoje em dia vemos a banalização de algumas categorias, pessoas que só tem conhecimento raso do assunto. Bem isso pode ser conversado depois nos comentários, vamos ao que interessa.

Quais os objetivos de se regulamentar esta classe?

1- Esclarecer as principais dúvidas relacionadas ao processo de regulamentação da profissão;
2 – Apresentar o panorama atual, mercado de trabalho e o histórico de ações em busca da regulamentação;
3 – Promover a troca de informações, integrando e absorvendo novos conceitos para criar um discurso único, nacional;
4 – Dar continuidade à estratégia definida em encontros anteriores:
- Conscientizar o designer;
- Agregar esforços proporcionando visibilidade à causa.

Justificativas para regulamentar esta classe

1 – A profissão designer existe há mais de 40 anos;
2 – A profissão é reconhecida pelo governo. (O profissional de Desenho Industrial é reconhecido pelo Imposto de Renda e tem um número no Cadastro Brasileiro de Ocupações;
3 – O governo reconhece a necessidade de formação superior em design para o desempenho das atividades;
4 – Estima-se que hajam mais de 60 mil profissionais formados;
5 – Os designers não podem participar de concorrências públicas (Licitações – Lei 8.666);
6 – Não podem assinar projetos (Responsabilidades);
7 – Não tem planos de carreira (PCS);
8 – Não são fiscalizados;
9 – Não pode ter empresas registradas como sociedade civil de profissão regulamentada, com benefícios fiscais;
10 – Não existe garantia d qualidade para projetos aplicados na sociedade;
11 – Não podem assinar a A.R.T – Anotação de Responsabilidade Técnica. Necessária para a produção de um produto em escala;
12 – Não existe o entendimento, por parte das outras profissões, sobre o papel dentro de uma processo ou metodologia;
13 – São considerados artistas;
14 – Lutam pela regulamentação há mais de 20 anos;

Veja artigo completo escrito pelo designer e professor da Unibrasília/Unip Felipe Lopes da Cruz
http://www.adegraf.org.br/downloads/regulamentacao.pdf http://felipelopez.com.br

Para ajudar associe-se às associações de profissionais de design, acompanhe e divulgue o projeto de lei 1391/2011 promova debates afim de unir a classe profissional, envolva os clientes, amigos, professores, pois todos tendem a ganhar com isso, consumidores, governo e profissionais.

Associações:

http://adegraf.org.com
http://www.adg.org.br
http://www.abd.org.br
http://www.apdesign.com.br
http://www.designbrasil.org.br/associacoes

Para acompanhar o precesso na Câmara dos Deputados acesse e cadastre-se aqui:
http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=502823

Este projeto foi levado à câmara pelo deputado Penna para conhecer clique aqui

Acredito que tá mais que na hora de ser regulamentado, é um grande desafio, pois já tentam fazer isso há mais de 20 anos, porém acho que agora é a hora, temos facilidade de encontrar outros profissionais da área graças as conectividades e as mídias sociais, então vamos lá, mãos as obras, compartilhe, divulgue, questione, mexa-se, vamos mobilizar o máximo de pessoas em prol a está causa tuite com a hashtag #DesignerDignoPL1391/2011

Tá na hora de mudar ou não tá?

Abraços, fiquem na paz.
Allan Marcel //// @allan_marcel




Reciclagem de tampa de garrafa pet



Uma idéia extremamente simples mas que é uma atitude muito sustentável. Todo mundo pode aproveitar o bico das garrafas pet para lacrar sacos de mantimentos que cabem ou não dentro da garrafa, trocando os tradicionais arames, pregadores, clips e elásticos que normalmente as pessoas usam com o mesmo fio. Basta recortar a ponta, passar o saco por dentro do bico e depois abrindo por fora e lacrá-lo com a tampa. Simples e o planeta agradece. O restante da garrafa pode ser mandado para reciclagem sem problemas.

Este post inaugurou uma nova categoria no blog, com dicas e truques simples que podem ser feitos em casa e tem a ver de alguma forma com design. Tem alguma dica? Mande pra gente!

Dica do Rogerio Francez




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