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Haja canetinha para rabiscar o chão heim Heike Weber!



A artista plástica alemã Heike Weber deve ter realizado o sonho de muita gente que sempre foi reprimido pela mãe, quando queria rabiscar o chão ou paredes da casa. Ela criou uma série de patterns feitos com precisão e muito cuidado, criando efeitos muito interessantes nos espaços. Confiram um pouco abaixo:

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Fonte: Bored Panda




Dica de Livro: Estética Marginal – São Paulo, graffiti e arte



Quando penso na terra da garoa, penso em prédios. Quando penso nos prédios da terra da garoa, penso em blocos de concreto. Muros e paredes acinzentadas se transformam em telas gigantescas que abrigam as mais diversas formas de manifestação artística e social. As ruas se transformam em galerias a céu aberto, os traços do pincel são substituídos pelos de spray e enfim a arte urbana está ao alcance de todos.

Estética Marginal #Vol2, da Editora Zupi,  traz de forma objetiva e bem humorada  a história do Graffiti na cidade de São Paulo, os principais nomes, referências e conceitos e como o movimento tem ganhado os principais espaços nacionais e internacionais. A história do desenho, os primeiros traços nas paredes das cavernas, as revoltas sociais, as manifestações artísticas e fragmentos da história da arte, os grandes músicos e crises são alguns dos pontos que compõem a história do graffitique chegou ao Brasil e modificou os cenários urbanos das grandes cidades e periferias.

Nomes como AlexVallauri, Maurício Vilaça, Carlos Matuck, Hudinilson Jr. e tantos outros mestres da arte urbana são apresentados ao longo dos capítulos juntamente com algumas de suas obras e fatos marcantes de sua trajetória.

O livro traz ainda uma linha do tempo da História da Arte e seus eventos marcantes, referências e citações ao longo do texto e a tradução de todo o conteúdo. Com imagens atraentes e cores vibrantes, uma capa resistente e um título que permeia o curioso e o encantador, Estética Marginal #Vol2é um livro para todos os que amam, os que não amam tanto assim e os que desejam conhecer não só o Graffiti de São Paulo, mas a “São Paulo do Graffiti”.

Texto: Marina Alves




The Call Parade, a exposição a céu aberto dos orelhões



Acho que todo mundo já deve ter visto na cidade de São Paulo, os orelhões que foram personalizados por artistas. A exposição a céu aberto se chama “Call Parade”, foi feita pela Vivo, inspirada na “Cown Parade”, que é aquela das vacas. Mas eu acho que quase ninguém conseguiu ver todas as 100 cabines telefônicas. Para saber detalhes dos artistas de cada uma, basta clicar aqui. Houve uma votação e a mais votada foi esta em destaque do Alexandre Truff, na sequência seguem as outras 99:




40 melhores trabalhos de grafite do ano



Grafite é uma forma de arte que usa a própria estrutura das cidades como tela, o que trás um certo problema já que muitas prefeituras tem programas que “apagam” estas artes, logo, o registro das mesmas é muito importante, pois a arte que vemos em uma foto hoje pode já não existir mais. Fora os problemas legais que estes artistas enfrentam com polícia, preconceito e opiniões públicas diversas. Abaixo segue o registro de 40 trabalhos excelentes destes artistas e inspirem-se!

Fonte: Francesco Mugnai




Lembra que sua mãe pirava quando você rabiscava a parede?



Pois bem, talvez a mãe da ilustradora Charlotte Mann não fosse tão careta e acabou criando esta grande artista (Ps. Talvez sua mãe tivesse razão sim… rs). Charlotte cria ilustrações como se fossem papel de parede direto no suporte, seja ele parede, chão, corrimão de escada, o que for, tudo usando marcadores e uma riqueza de detalhes impressionante, fica parecendo um sketch profissional feito em algum moleskine, mas é real. Confiram um pouco do trabalho dela abaixo:

Fonte: Bored Panda